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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Morrer para se libertar

Imagine uma situação em que uma pessoa está correndo de um monstro bem feio e de repente se depara com um beco sem saída. "Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come." Só há uma chance: lutar contra o mostro e derrotá-lo. Mas para destruir o mostro que a persegue, ela terá que pagar um preço muito alto: morrer.
MORRER para se libertar ou VIVER numa prisão para sempre?  Eis a questão!
Alguém pode está se perguntando: E porque não matar o monstro e continuar viva? Pois bem, eu lhes digo: o monstro vive dentro dela.
E não é fácil matar os monstros que habitam em nós, pois eles, de uma certa forma, estão arraigados em nossos atos cotidianos. E o que mais incomoda é a consequência  desses atos em nossas vidas, em nossas relações... nos faz pensar que somos incapazes de ser alguém melhor. Estamos sempre repetindo os mesmos erros e a sensação é de que SOMOS O PRÓPRIO MONSTRO.
Outro "engraçadinho' poderia perguntar:  E porque não aprender a conviver com o hospedeiro?
Seria uma opção, há pessoas que o criam, o alimentam, e até o estimam. Quando se dão conta, estão criando algo maior do que elas,  é como servir-se de bandeja para o perverso. Dominá-lo já seria impossível.
Se eu fosse essa pessoa que está no beco sem saída, travaria uma guerra e, embora as batalhas fossem diárias (entre vitórias e derrotas), não cansaria de lutar, não desistiria de ser uma pessoa melhor para mim e para os outros, morreria tentando... mesmo que os "outros" pudessem se cansar de mim, pois combater monstros alheios é complicado, cansativo... É bem mais fácil desistir de alguém que tem um monstro no armário do que se tornar aliado e ajudar na batalha. Isto é compreensível, no entanto, há quem enxergue além do monstro e veja o valor desse alguém.
De toda forma, a morte acontecerá e, ainda assim, acredito que a recompensa da ressurreição valerá toda a luta e sofrimento.

por Vilane Vilas Boas Rios

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O tempo cura o que o tempo fere...




É quando chegamos no limite da dor, da tristeza, do desespero que descobrimos o que realmente importa na vida... que o que pode nos fazer muito felizes em um breve momento, como por exemplo a conquista de coisas materiais, não são nada diante do "simples e singelo" que carregamos dentro do peito, não são nada diante da grandiosidade do amor de Deus e do nosso amor pelas pessoas.
Às vezes viajo pelos meus pensamentos e passo horas tentando chegar a algum lugar... essa viagem perpassa pela vida, mas também pela morte e, principalmente, pelo tempo. E penso muito no tempo, no que é o tempo, em como as pessoas veem o tempo e como se aproveitam dele para viver. Sempre pensei muito nisso, desde minha adolescência, e teve um momento em que cheguei a ter pavor do tempo, não queria "vê-lo" passar, tinha medo da sua rapidez, evitava até olhar as horas para não dar conta de que a vida estava indo adiante. Mas, um dia, em uma dessas "peças" que vida nos "prega", senti que o tempo parou bruscamente. Notei, então, o quanto precisava da sua ajuda, o quanto eu precisava que ele passasse. Acolhi o tempo! Ele foi um grande aliado e grande professor na minha vida... e, assim, perdi o medo do tempo e, mais do que isso, descobri que o Tempo é Deus .
Hoje vejo a vida com mais leveza, vivendo com o que tenho e com o que sou, sem medo de o tempo levar meus bons momentos, aprendendo que não posso congelar a vida (essa foi a maior lição que meu professor, o Tempo/Deus, me ensinou), pois o que realmente é essencial ficará para sempre na eternidade.

E para aqueles que, hoje, passam por momentos difíceis, precisam encontrar respostas, procurar perguntas, curar feridas, voltar a viver...
Eu recomendo: o Tempo.


"O tempo apaga o que o tempo escreve, o tempo cura o que o tempo fere, as nossas procuras hão de ter um fim, as nossas perguntas têm respostas sim, é assim..."

por Vilane Vilas Boas Rios
Foto: Bruno Pinho

domingo, 31 de maio de 2009

O que sabemos sobre a vida?

Da morte!
A única coisa que temos certeza é que vamos morrer e, ainda assim, a morte é o acontecimento que mais surpreende as pessoas.

É tão estranho pensar que não sabemos nada do amanhã...
À vezes agimos como se tivéssemos controle sobre a vida, como se soubessemos exatamente o que vamos fazer amanhã, quem vamos ver, pra onde vamos. Tem gente que planeja um dia inteiro, um mês, um ano... achando que a vida é um livro de receitas. Mas a vida é feita de improvisos!

"Se tudo está certo, mesmo assim a incerteza existe".

O que sabemos sobre a vida é da morte!

por Vilane Vilas Boas Rios